San Pablo pierde el brazo financiero

ATUALIDADE FINANCIEIRA DO BRASIL

Os acontecimentos econômicos pela qual atravessa o mundo de hoje, obriga a tomar certas determinaçoes. “Sao Paulo perde braço financeiro”: Artigo publicado hoje no Jornal de Brasil.
12/11/2008 – 08h47
Sem a Nossa Caixa, São Paulo perde braço financeiro

TONI SCIARRETTACATIA SEABRAda Folha de S.Paulo

Com a provável venda da Nossa Caixa para o Banco do Brasil, o governo paulista perderá importante braço financeiro para intervir no setor produtivo, especialmente em momentos de crise de crédito. Após a concretização do negócio, a ser anunciada nos próximos dias, essa linha de crédito para montadoras migrará para o BB.
Para financiar projetos de interesse do Estado, o governo paulista deverá contar com uma agência de fomento com capital autorizado de R$ 1 bilhão, que funcionará como uma espécie de BNDES paulista. A agência segue o modelo implementado em Minas Gerais e aguarda aprovação do Banco Central para sair do papel.
Segundo o pesquisador Jordão Resende, do Inepad, a venda da Nossa Caixa não deve diminuir a capacidade de intervenção do Estado no setor produtivo por meio de financiamentos. Isso porque, além da agência de fomento, o próprio BB poderá seguir como agente do Tesouro paulista no repasse de crédito. Para Resende, o problema aconteceria se o banco paulista fosse vendido para uma instituição privada, que exigiria um percentual maior para esses repasses. “O problema é custo”, afirma.
O consultor Roberto Troster afirma que o tipo de ajuda que o governo dá às montadoras poderia ser canalizada pelos bancos privados, mediante incentivos públicos ou não. “Essa ponte pode ser feita pelos bancos privados.” em matêrias financeiras.

Versión en españolACTUALIDAD FINANCIERA DE BRASIL

Los acontecimientos económicos por el cual atraviesa el mundo actual, obliga a tomar ciertas determinaciones. “Sao Paulo pierde el brazo financiero”. A´rtículo publicado hoy en el Jornal do Brasil.12//11/2008-08h47.

Sin “Nuestra Caja, Sao Paulo pierde el brazo financiero.
TONI SCIARRETTACATIA SEABRA de la “Folha de S. Paulo.
Con la probable venta de Nuestra Caja al Banco do Brasil, el gobierno paulista perderá importante brazo financiero que intervenga en el sector productivo, especialmente en momentos de crisis de crédito. Luego de la conclusión del negocio que será anunciada en los próximos días, esa línea de crédito para financieras migrará hacia el BB (Banco do Brasil). Para financiar proyectos de interés estatal, el gobierno paulista deberá contar con una agencia de fomento con capital autorizado de R(Reales) $ 1 billón, que funcionará como una especie de BANDES paulista. La agencia sigue un modelo implementado en Minas Gerais y espera la aprobación del Banco Central para que cominece a funcionar.


Según el Consultor Jordao Ressende, de Inepad, la venta de la Caja no debe disminuir la capacidad de intervención del Estado en el sector productivo mediante financiamiento, porque además de la agencia de fomento, el propio BB podrá seguir como agente del Tesoro palista en la transferencia del crédito. Para Ressende, el problema sería si el banco paulista fuese vendido a una institución privada que exigiría mayores tasas para dichas transferencias. Afirma que “el problema es de costos”.


El consultor Roberto Troster, opina que el tipo de ayuda que el gobierno otorga a las financieras, podría ser canalizado por los bancos privados mediante incentivos públicos, o no. Ese puente ser realizado por los bancos privados en materia financiera.

Fuente original: Jornal de Brasil


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